SEJA BEM VINDO!

SID




SID DENÚNCIA

 

É impressionante como no trânsido de São Paulo os motoristas insistem em atrapalhar o fluxo dos carros. Se já não basta-se o excesso deles, problemas de sinalização, logistica, poluição e tudo mais, ainda temos pessoas que ajudam a piorar. Neste caso em específico, um motorista de ônibus, e olha que não é um comum, é um duplo, atravessa a Nova Faria Lima já com o semáforo vermelho e pára na frente de vários carros na maior cara de pau. Afinal quem vai emfrenta-lo não é mesmo.

Um absurdo! Não discordo da nova lei seca, nem de mais rigidez nas penalidades no trânsito de São Paulo, porém, quero ver as autoridades tomarem mais providências com TODOS. Existem muitos motoristas de ônibus, caminhões, carros de empresas e carros forte que aproveitam seu tamanho e abusam das leis, além dos de carros de passeio que se acham donos da rua.

É um absurdo o que existe de gente folgada dirigindo por aí, pessoas que só pensam em si, no seu espaço, no próprio umbigo, em conseguir realizar o seu trajeto e que os outros se ferrem, como se só eles tivessem que chegar à algum lugar. Isso é exemplo de ignorância, motoristas que pioram o alheio em proveito próprio.

Mas o que mais me irrita é depois encontrar com essas pessoas reclamando que nosso país não vai pra frente. Claro que não vai, num exemplo aparentemente bobo vêmos que uma pessoa não deixa várias evoluírem, agora imagine esse cara do ônibus num cargo político, ou de grande influência.

É isso o que me deixa indignado, pessoas hipócritas que reclamam de tudo, dos outros, do país e não dão exemplo, não se olham no espelho, e o pior, o que essas pessoas vão ensinar aos seus filhos, o que eles aprenderão com os pais, pois sabemos que as crianças se espelham neles e em tudo que fazem.



Escrito por Sid às 01h06
[   ] [ envie esta mensagem ]






CORPOS DE AMOR NUM SÁBADO À NOITE

 

 

 

 

 

Sábado à noite.

Por mais sossegado que ele estava existia dentro do seu íntimo uma necessidade de sair, talvez uma auto-cobrança por ser final de semana e imaginar que o mundo todo estivesse se divertindo, menos ele.

Ignorou por alguns minutos essa ansiedade e foi ler um livro que há tempos esperava uma chance na cabeceira da cama. Ligou o rádio, abriu o tal, porém prestava mais atenção nas músicas do que na história do autor. Num certo momento, já com o coração acelerado pelos ritmos ouvidos, decidiu sair, tudo de repente, sem muita vontade, mas algo dentro dele dizia que devia se arriscar numa noite solitária.

Se arrumou sem muita vaidade, sem escolher muito o que vestir, um jeans, uma camiseta básica preta, um tênis e perfume. Na hora de colocar o relógio decidiu que não queria saber das horas, ia deixar seu instinto ditar as regras dessa madrugada.

Já era mais de meia noite e o local escolhido foi próximo à sua casa, para facilitar o acesso, se divertir num lugar conhecido e seguro. Chegou, entrou, com um rajada de olhar visualizou todo o recinto e quem estava nele, já sabendo aonde iria ficar e como. Pegou uma cerveja, ficou próximo da pista de dança, em um lugar estratégico para ver tanto quem dançava como a banda, que foi o maior motivo pela escolha do lugar.

A noite se desenrolou e mais algumas cervejinhas entraram pela mente dele, sem que saísse uma só palavra com alguém. Nesse momento se imaginou invisível, solitário e desiludido. Havia algumas mulheres que o olhavam, mas nenhuma lhe chamou a atenção, o tocou a ponto de tentar alguma aproximação.

Teve raiva de si, pois poderia estar dormindo ao invés de ter se exposto a tais sensações de desprezo que sentia do mundo. Pensou em arrumar uma briga com alguns jovens rapazes, “bombados” e folgados que a todo o momento passavam esbarrando, assim pelo menos a noite teria alguma emoção. Conteve esse impulso, ativado pela cerveja e reprimido pelo que restava de consciência.

Olhava o celular na esperança de alguém ligar ou receber uma mensagem e nada. O ser humano é sozinho, muitas vezes quando mais precisamos de alguém, quem mais nos interessa se afasta, dando a sensação de ninguém dar o valor que gostaríamos de receber.

“Vou embora dessa merda, ou eu que sou um merda? Que saco”
E foi.

Não contava com a chuva, muito menos em ter bebido tanto. Sua mente já não raciocinava normalmente, seu corpo estava quente, seus batimentos acelerados e sua libido à flor da pele. Para algumas pessoas o álcool tem o don de mexer com  as vontades sexuais.

Ir para casa era sinônimo de noite mal acabada, sono mal dormido e insatisfação. Por um segundo pensou em ir atrás de prazeres mais fáceis e rápidos, porém isso era totalmente contra seus princípios. Foi aí que percebeu o quando a mistura da noite, bebida, solidão e desejo podem ser perigosos.

Mesmo alterado, com o diabo próximo tentando levá-lo para as trevas, relaxou, respirou fundo, se acalmou, decidiu apenas tomar um café para depois ir pra casa.

Já estava dentro do carro, molhado e com a brisa do vendo batendo em seu rosto quando refletiu em como existe uma linha pequena entre o bem e o mau, o certo e o errado, o risco e o seguro, o abismo das trevas e a segurança da tranqüilidade da luz.

Nesse momento, ouvindo Jazz, uma música de voz feminina tocando no rádio do carro, sentiu-se carente, com vontade de ter uma mulher ao lado pra lhe fazer um cafuné na nuca, bater um papinho e namorar, pois o desejo sexual foi trocado pela vontade de algo romântico, um amor de verdade, e nesse caso não era a bebida que lhe influenciava os pensamentos, mas o coração.

Chegou à padaria e ao descer do carro reparou na Lua e sua beleza ao clarear os lugares escuros, respirou fundo e o ar da madrugada entrou no seu íntimo, lhe trazendo paz, uma tranqüilidade digna de quem pode ser feliz mesmo estando sozinho, de encontrar essa felicidade dentro da própria alma.

Sentou no balcão e pediu um expresso puro. Colocou algumas gotas de adoçante e paquerou a xícara por alguns segundos antes de dar um golinho. Era no “momento café” com amigos e sozinho onde vinham as suas maiores reflexões da vida, do futuro e do mundo. Embora fosse tarde da noite não tinha como fugir desse clima e a primeira coisa que lhe veio à mente foi a sua ex.

Desejou que ela estivesse bem, feliz e resolvida.

Deu mais um gole no café e pediu outro, afinal, só agora a cerveja estava sendo evaporada pelos poros calmos sentados naquele banco.

De repente alguém o chama.

Era ela, sua ex.

Titubeou, olhou e não acreditou. Ela se aproximou, deu-lhe um belo sorriso e perguntou:

 - Tudo bem?

 - Sim, e você?

 - Também.

Durante quase um minuto os dois ficaram quietos, olhando-se nos olhos, com um brilho que ultrapassava a barreira física da razão, transformando poucos segundos em eternos momentos de sentimentos e sensações. Quando duas almas que se querem encontram-se é porque antes elas já haviam se atraído em outro plano, rompendo qualquer barreira do entendimento humano. Nitidamente algo aconteceu, não explicável e muito menos imperceptível. Os dois ficaram com o mesmo frio na barriga, daqueles que estremecem as pernas e controlam nosso corpo e nossas vontades, fazendo tomarmos atitudes e dizermos coisas que não imaginávamos.

 - Você não vai acreditar – disseram os dois ao mesmo tempo.

Eles riram e como um bom cavalheiro deixou-a contar primeiro.

 - Acabei de falar de você pra uma amiga, não morre mais.

Ele rindo complementou:

 - Acabei de pensar em você.

 - Sério?

 - Muito.

Não precisavam dizer mais nada, bastava tirarem as máscaras que colocamos, os pudores e o egoísmo de sentimentos que construímos dentro do coração, não assumindo o que queremos e guardando o sentimento do puro amor só pra nós.

Mas não é assim, tentaram disfarçar a vontade que tinham de se abraçarem. Mas não conseguiram.

As mulheres, nesses casos, têm a humildade de assumir o que querem, o que sentem, sem medo do resultado, parece que a sensibilidade delas supera em quilômetros o limite da racionalidade masculina, mostrando que momentos como esse o orgulho fica pequeno diante do amor e de uma sincera vontade.

 



Escrito por Sid às 23h08
[   ] [ envie esta mensagem ]




 

 - Me da um abraço - ela diz.

 Ele ainda na defesa, com um muro barrando seus reais sentimentos e vontades aceita.

Abraçam-se. Muito. Apertado. Sincero. Com vontade.

Nesse momento o medo de se entregar que existia nele ficou menor que um grão de área no deserto.

 - Eu estava com saudade – ele diz ao pé do ouvido.

Com um arrepio gostoso ela responde que também estava.

A padaria flutuou, toda aquela noite se resumia a este momento, tanto ela que acabara de vir de algum lugar dançante, quando ele que estava indignado com sua noite. Sentiram-se felizes. Na mente dele veio cada segundo que acabara de viver desde que saiu da cama, parecia que tudo o levou àquele abraço, àquela situação, àquela pessoa.

 - Quer embora comigo?

- Mas eu vim com minhas amigas?

 - E?

- É, e daí? Quero. – com um sorriso maroto que deixou no ar um clima de paixão.

Foi falar com as amigas que ia embora e de onde estava ele viu, de canto de olho, as amigas tirando um sarro discreto dela. Quando estava se aproximando ele reparou que seus cabelos haviam crescidos, seu corpo estava mais magro, sua roupa mais bonita, enfim, ela estava mais mulher, mais linda.

Inconscientes deram as mãos e neste momento sentiram que algo os ligava não só física como espiritualmente, que o encaixe das mãos indicava o encaixe das almas. Abriu a porta do carro para ela, que mesmo embaixo de chuva não teve pressa em entrar, e antes que o fizesse não resistiu a jogar um olhar sedutor. Ele fechou a porta. No susto ela não entendeu, pois a chuva começada a molhá-los.

 - Que foi?

Colocou um dedo sutilmente em seus lábios, sem precisar perguntar mais nada ela entendeu e gostou do que se passava. Ele aproximou o corpo lentamente, sem cortar o fio que ligava os olhares. Encostaram-se. Com a parte de trás da mão fez um carinho no rosto dela, mostrando que o que sentia era muito além de um encontro casual numa padaria.

Ela retribuiu com um beijo na palma de sua mão. Os rostos se aproximaram, as pernas balançaram, o som ao redor parou, o coração acelerou, o frio passou e o mundo aflorou.

Os lábios se tocaram, um sutil “biejo”, lábio com lábio, lentamente, molhados, calmos, deixando que o ritmo do amor tocasse a velocidade do sentimento. Eles não pensavam no beijo, mas de como estavam flutuando nas mãos e braços do ser amado. A intensidade ia aumento na mesma velocidade que as pernas se entrelaçaram, as mãos carinhosamente se moviam nas costas e ele fazia um carinho embaixo de seu cabelo, transformando cada movimento da boca num eufórico desejo de se amarem.

Enfim entraram no carro, com uma energia gostosa no ar trocaram algumas palavras sobre suas vidas e ele, sem perguntas, levou-a para sua casa. Ela fingindo não perceber aceitou sem questionar, pois naquele momento não cabia mais joguinhos ou charmes infantis, que todos em vários momentos fazem.

Chegaram, ao abrir a porta para ela percebeu que aquele momento era único, que ao fechar a porta sabia que o mundo ficaria pra trás, que nada mais importava a não ser os dois vivenciando aquela noite, aquele ar, aquelas sensações.

Começaram a se beijar ardentemente, ainda em pé, no meio da sala. Pararam ao mesmo tempo sabendo que não precisavam de pressa para chegar ao ápice do que pretendiam.

 - Tem vinho?

 - Tem sim, vou pegar.

 Enquanto estava na cozinha ela sentiu um cheiro gostoso e não identificável, um cheiro familiar, como se o tempo não tivesse passado e nunca se distanciasse do seu homem. Voltou com o vinho aberto e duas taças.

 - É a marca que eu gosto.

 - Eu sei, peguei gosto dela por sua causa.

Serviu e brindaram sem precisar dizer o motivo. O primeiro gole de vinho, numa situação como essa, é um ritual de olhares e pensamentos que deixam na atmosfera um clima de sedução inigualável. Deixou-a colocar a música de seu gosto, dentro do que ele tinha, e voltaram-se ao que mais interessava: eles.

Cada um com um copo se beijaram novamente, e nessa altura não existiam mais regras, tabus ou quem os fizesse parar. Um beijo para tornar-se inesquecível, daqueles que o corpo fica em segundo plano e a atenção é voltada totalmente aos movimentos que a outra pessoa faz, o gosto do desejo unido pelo prazer de sentir os lábios e tudo o mais transformaram aqueles corpos em máquinas paradas de emoções.

Os copos foram deixados de lado, a velocidade das mãos aumentou na medida em que as roupas foram diminuindo. O primeiro contato delas com a pele resultou num tesão incontrolável de ambos. As bocas não queriam se desgrudar e os corpos estavam cada vez mais próximos. O toque tomou conta do momento, ao mesmo tempo se acariciavam, beijavam e soltavam sussurros de prazer extravasados inconscientemente. Uma química perfeita. Quase nus já estavam se amando desde quando se viram na padaria, e neste momento o que mais queriam era deixar os corpos falarem a linguagem do verdadeiro amor. Se abraçaram por um minuto, parados, quentes, fogosos, sentindo cada um a respiração do outro, lágrimas saíram de ambos, e Deus consagrou aquele momento com um encaixe perfeito de dois seres nus, lindos, iluminados pela beleza de como vieram ao mundo, com o tempero da sedução, fazendo um amor ritmado pelo entrosamento de almas gêmeas que viraram uma só.

Fizeram amor pela casa inteira. Cada local com sua característica não foi obstáculo para se amarem como loucos, deixando a casa toda com o cheiro da paixão. Dormiram agarrados de tal forma que pareciam grudados, cada respiração era sentida pelo outro, os movimentos combinavam, tudo foi perfeito numa noite onde o começo foi o oposto do final para os dois, onde o destino mandou em suas vidas, unindo o que o homem não consegue separar: o verdadeiro amor.



Escrito por Sid às 23h06
[   ] [ envie esta mensagem ]


[ ver mensagens anteriores ]


 

 



Meu perfil
BRASIL, Sudeste, Homem, de 26 a 35 anos
Outro -
Histórico
  25/10/2009 a 31/10/2009
  04/10/2009 a 10/10/2009
  27/09/2009 a 03/10/2009
  13/09/2009 a 19/09/2009
  06/09/2009 a 12/09/2009
  30/08/2009 a 05/09/2009
  23/08/2009 a 29/08/2009
  16/08/2009 a 22/08/2009
  09/08/2009 a 15/08/2009
  02/08/2009 a 08/08/2009
  19/07/2009 a 25/07/2009
  12/07/2009 a 18/07/2009
  05/07/2009 a 11/07/2009
  21/06/2009 a 27/06/2009
  14/06/2009 a 20/06/2009
  07/06/2009 a 13/06/2009
  31/05/2009 a 06/06/2009
  24/05/2009 a 30/05/2009
  17/05/2009 a 23/05/2009
  10/05/2009 a 16/05/2009
  03/05/2009 a 09/05/2009
  26/04/2009 a 02/05/2009
  19/04/2009 a 25/04/2009
  12/04/2009 a 18/04/2009
  05/04/2009 a 11/04/2009
  29/03/2009 a 04/04/2009
  22/03/2009 a 28/03/2009
  15/03/2009 a 21/03/2009
  08/03/2009 a 14/03/2009
  01/03/2009 a 07/03/2009
  15/02/2009 a 21/02/2009
  08/02/2009 a 14/02/2009
  01/02/2009 a 07/02/2009
  25/01/2009 a 31/01/2009
  18/01/2009 a 24/01/2009
  04/01/2009 a 10/01/2009
  14/12/2008 a 20/12/2008
  23/11/2008 a 29/11/2008
  16/11/2008 a 22/11/2008
  09/11/2008 a 15/11/2008
  02/11/2008 a 08/11/2008
  26/10/2008 a 01/11/2008
  19/10/2008 a 25/10/2008
  12/10/2008 a 18/10/2008
  05/10/2008 a 11/10/2008
  28/09/2008 a 04/10/2008
  21/09/2008 a 27/09/2008
  14/09/2008 a 20/09/2008
  07/09/2008 a 13/09/2008
  31/08/2008 a 06/09/2008
  24/08/2008 a 30/08/2008
  17/08/2008 a 23/08/2008
  10/08/2008 a 16/08/2008
  03/08/2008 a 09/08/2008
  27/07/2008 a 02/08/2008
  20/07/2008 a 26/07/2008
  06/07/2008 a 12/07/2008
  22/06/2008 a 28/06/2008
  15/06/2008 a 21/06/2008
  08/06/2008 a 14/06/2008
  01/06/2008 a 07/06/2008
  25/05/2008 a 31/05/2008
  18/05/2008 a 24/05/2008
  11/05/2008 a 17/05/2008
  27/04/2008 a 03/05/2008
  06/04/2008 a 12/04/2008
  23/03/2008 a 29/03/2008
  16/03/2008 a 22/03/2008
  09/03/2008 a 15/03/2008
  17/02/2008 a 23/02/2008
  10/02/2008 a 16/02/2008
  27/01/2008 a 02/02/2008
  13/01/2008 a 19/01/2008
  06/01/2008 a 12/01/2008
  16/12/2007 a 22/12/2007
  09/12/2007 a 15/12/2007
  02/12/2007 a 08/12/2007
  25/11/2007 a 01/12/2007
  18/11/2007 a 24/11/2007
  11/11/2007 a 17/11/2007
  04/11/2007 a 10/11/2007
  28/10/2007 a 03/11/2007
  21/10/2007 a 27/10/2007
  14/10/2007 a 20/10/2007
  30/09/2007 a 06/10/2007
  23/09/2007 a 29/09/2007
  16/09/2007 a 22/09/2007
  09/09/2007 a 15/09/2007
  02/09/2007 a 08/09/2007
  26/08/2007 a 01/09/2007
  19/08/2007 a 25/08/2007
  12/08/2007 a 18/08/2007
  05/08/2007 a 11/08/2007
  29/07/2007 a 04/08/2007
  22/07/2007 a 28/07/2007
  15/07/2007 a 21/07/2007
  08/07/2007 a 14/07/2007
  01/07/2007 a 07/07/2007
  24/06/2007 a 30/06/2007
  17/06/2007 a 23/06/2007
  10/06/2007 a 16/06/2007
  03/06/2007 a 09/06/2007
  27/05/2007 a 02/06/2007
  20/05/2007 a 26/05/2007
  13/05/2007 a 19/05/2007
  06/05/2007 a 12/05/2007
  29/04/2007 a 05/05/2007
  22/04/2007 a 28/04/2007
  15/04/2007 a 21/04/2007
  08/04/2007 a 14/04/2007
  01/04/2007 a 07/04/2007
  25/03/2007 a 31/03/2007
  18/03/2007 a 24/03/2007
  25/02/2007 a 03/03/2007
  18/02/2007 a 24/02/2007
  11/02/2007 a 17/02/2007
  28/01/2007 a 03/02/2007
  21/01/2007 a 27/01/2007
  14/01/2007 a 20/01/2007
  07/01/2007 a 13/01/2007
  31/12/2006 a 06/01/2007
  24/12/2006 a 30/12/2006
  17/12/2006 a 23/12/2006
  10/12/2006 a 16/12/2006
  26/11/2006 a 02/12/2006
  19/11/2006 a 25/11/2006
  12/11/2006 a 18/11/2006
  05/11/2006 a 11/11/2006
  29/10/2006 a 04/11/2006
  22/10/2006 a 28/10/2006
  15/10/2006 a 21/10/2006
  08/10/2006 a 14/10/2006
  01/10/2006 a 07/10/2006
  24/09/2006 a 30/09/2006
  17/09/2006 a 23/09/2006
  10/09/2006 a 16/09/2006
  03/09/2006 a 09/09/2006


Outros sites
  PÁGINA DO ORKUT
  Alan Teixeira - Fotógrafo
  Jovem cracia
  Vida viver
  Peça A história do Brasil segundo Ernesto Varela
  Curtas
  Pintou Limpeza
  Curuzu Futebol Clube
  Newtensefc - blog sobre futebol
Votação
  Dê uma nota para meu blog